| dc.creator | Silveira, Márcia Adriana Gomes da | |
| dc.date.accessioned | 2025-10-13T08:53:26Z | |
| dc.date.available | 2025-10-13T08:53:26Z | |
| dc.date.issued | 2019-08-30 | |
| dc.identifier.citation | SILVEIRA, Márcia Adriana Gomes. DDesenvolvimento e caracterização de doce cremoso de bagaço de uva
vinificada. 2019. 57f. Dissertação (Mestrado Profissional em Ciência e Tecnologia de Alimentos) – Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, Universidade Federal de Pelotas, 2019. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/18013 | |
| dc.description.abstract | The production of grapes and their derivatives are increasing annually in Brazil and worldwide. Brazilian production is 1.5 million kilograms, with the South region accounting for 663.2 million kilograms in the 2017/2018 harvest, generating a volume of 164 million kilograms of bagasse, representing 30% of processed grapes with a tendency to increase in line with production growth. This waste, which is expensive for industry to handle, is rich in bioactive components, encouraging its use. The general objective of this study is to present a technical alternative for the use of the co-product, the vinified red grape marc, originated in the winemaking process, through the development and characterization of creamy sweets. This dissertation is presented in the form of two articles. The first is a literature review on the fate of vinified pomace, the impact and perspectives on the environment and its more sustainable use. The second article presents the development and characterization of creamy sweets from the pomace of vinified grapes. For this, we used the Vitis vinifera grape marc from Marcelan, Cabernet Franc and Merlot varieties, obtained after vinification. Two formulations of creamy sweet grape marc cake were prepared, one with pectin (Pectin) and one with agar and carrageenan gums (Gums). After standardization, pomace and the two formulations wer analyzed for centesimal, microbiological, rheological, sensory and bioactive composition. There was a significant reduction (p<0.05) in the pomace anthocyanin values (13.1 mg.g-1) for sweets with Pectin (3.61 mg.g-1) and gums (3.93 mg.g-1), probably due to the application of heat treatment. Regarding antioxidant capacity, there was no significant difference, with an average inhibition of 53.95% (p>0.05). The microbiological parameters and the physicochemical analyzes were evaluated in compliance with the legislation in force. The two creamy candies showed rheological behavior. Creamy candies showed promising results in sensory analysis, especially sweet Pectin, with 88% of evaluators claiming that they would certainly, or probably, would buy it. It is concluded, therefore, that the bagasse of vinified grapes can be used for the production of creamy candy, conserving part of its bioactive potential, mainly antioxidants, with a good consumer acceptance. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pelotas | pt_BR |
| dc.rights | OpenAccess | pt_BR |
| dc.subject | Alimentos | pt_BR |
| dc.subject | Resíduos | pt_BR |
| dc.subject | Sustentabilidade | pt_BR |
| dc.subject | Vitivinicultura | pt_BR |
| dc.subject | Food | pt_BR |
| dc.subject | Residue | pt_BR |
| dc.subject | Sustainability | pt_BR |
| dc.subject | Wine-making | pt_BR |
| dc.title | Desenvolvimento e caracterização de doce cremoso de bagaço de uva vinificada | pt_BR |
| dc.title.alternative | Development and characterization of creamy sweet spread from vinified grape pomace | pt_BR |
| dc.type | masterThesis | pt_BR |
| dc.contributor.authorLattes | http://lattes.cnpq.br/2210582965064116 | pt_BR |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/0848484463869701 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co1 | Meira, Stela Maris Meister | |
| dc.contributor.advisor-co1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8307184361863019 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co2 | Cogo, Sarah Lemos | |
| dc.contributor.advisor-co2Lattes | http://lattes.cnpq.br/6570618694064893 | pt_BR |
| dc.description.resumo | A produção de uvas e seus derivados vêm aumentando anualmente no Brasil e no mundo. A produção brasileira é de 1,5 milhões de quilos, sendo a região Sul responsável por 663,2 milhões de quilos na safra 2017/2018, gerando um volume de 164 milhões de quilos de bagaço, representando 30% das uvas processadas com tendência a aumentar, acompanhando o crescimento da produção. Esse resíduo, cujo manejo é algo oneroso para a indústria, é rico em componentes bioativos, incentivando o seu aproveitamento. O objetivo geral deste estudo é apresentar uma alternativa técnica para a utilização do coproduto, o bagaço da uva tinta vinificada, originado no processo de fabricação de vinhos, mediante o desenvolvimento e a caracterização de doces cremosos. Esta dissertação está apresentada na forma de dois artigos. O primeiro é a uma revisão bibliográfica sobre o destino do bagaço vinificado, o impacto e as perspectiva com relação ao meio ambiente e a sua utilização de forma mais sustentável. O segundo artigo apresenta o desenvolvimento e caracterização de doces cremosos a partir do bagaço de uvas vinificadas. Para tanto, foi utilizado o bagaço de uvas Vitis vinífera das variedades Marcelan, Cabernet Franc e Merlot, obtidas após a vinificação. Foram elaboradas duas formulações de doce cremoso de bagaço de uva vinificada, uma com pectina (Pectina) e outra com gomas ágar-ágar e carragena (Gomas). Após a padronização, o bagaço e as duas formulações foram analisados quanto à composição centesimal, microbiológica, reológica, sensorial e bioativa. Houve uma redução significativa (p<0,05) dos valores de antocianinas do bagaço (13,1 mg.g-1) para os doces com Pectina (3,61 mg.g-1) e com Gomas (3,93 mg.g-1), provavelmente pela aplicação do tratamento térmico. Quanto à capacidade antioxidante, não houve diferença significativa, apresentando em média uma inibição de 53,95% (p>0,05). Os parâmetros microbiológicos e as análises físico-químicas foram avaliados atendendo a legislação em vigência. Os dois doces cremosos apresentaram comportamento reológico. Os doces cremosos apresentaram resultados promissores na análise sensorial, especialmente o doce Pectina, com 88% dos avaliadores alegando que certamente ou provavelmente o comprariam. Conclui-se, portanto, que o bagaço de uvas vinificadas pode ser aproveitado para a produção de doce cremoso, conservando parte do seu potencial bioativo, principalmente os antioxidantes, com uma boa aceitação do consumidor. | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPel | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CIENCIAS AGRARIAS | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.rights.license | CC BY-NC-SA | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Santos, João Rodrigo Gil de los | |
| dc.subject.cnpq1 | CIENCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS | pt_BR |
| dc.subject.cnpq2 | TECNOLOGIA DE ALIMENTOS | pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co3 | Gautério, Fernanda Germano Alves | |
| dc.contributor.advisor-co3Lattes | http://lattes.cnpq.br/9436234152159093 | pt_BR |