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dc.creatorSilveira, Júlia de Souza
dc.date.accessioned2026-02-18T18:13:54Z
dc.date.available2026-02-12
dc.date.available2026-02-18T18:13:54Z
dc.date.issued2020-05-14
dc.identifier.citationValente, Julia de Souza Silveira. Atividade in vitro e in vivo de compostos bioativos de plantas medicinais e nanopartículas de prata sobre Pythium insidiosum. 2020. 102f. Tese (Doutorado em Microbiologia e Parasitologia) – Programa de Pós-Graduação em Parasitologia, Instituto de Biologia, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19770
dc.description.abstractPythium insidiosum is the etiologic agent of pythiosis. Despite research advancements, the treatment of this disease is not fully established. This study evaluated the in vitro antimicrobial activity of bioactive compounds from medicinal plants and biogenic silver nanoparticles (bioAgNP) against P. insidiosum isolates and verified the effect of Melaleuca alternifolia nanoemulsion and bioAgNP on the treatment of experimental pythiosis. In vitro susceptibility tests against bioAgNP, M. alternifolia, Origanum vulgare, Menthapiperita, Eugenia caryophyllata essential oils and á-terpineol, carvacrol, menthol and eugenol major compounds followed the CLSI M38-A2 protocol. BioAgNP cytotoxicity tests were performed on RK13 cells. Damage to the P. insidiosum hyphae ultrastructure treated with bioAgNP was verified by means of scanning electron microscopy (SEM) and transmission electron microscopy (TEM). Dermal toxicity tests for M alternifolia essential oil were performed using 30 Wistar rats. For in vivo experiments, the disease was reproduced in fifteen female 90- day-old New Zealand rabbits, being divided into groups of three animals. Control group was daily and topically treated with anonionized gel-based formulation and 1 mL of sterile distilled water intralesion administered every 48 hours. In the bioAgNP experiment, three rabbits were daily and topically treated with gel-based formulation containing 0,001 mg/L bioAgNP and the other three animals received 1mL of bioAgNPin 0,001 mg/mL aqueous solution intralesion administered every 48 hours. In assay with M. alternifolia nanoemulsion, the same methodology was used, but animals were treated with 5g gel-based formulation containing 5mg/mL of M. alternifolia nanoemulsion and 1mL of M. alternifolia nanoemulsion at concentration of 5mg/mL in aqueous solution. Animals were treated for 45 days, and the area of subcutaneous lesions was measured every 5 days. In vitro P. insidiosum susceptibility (n=38) against bioAgNP showed MIC50 of 0.24mg/L and MIC90 of 0.47mg/L. BioAgNP toxicity threshold on RK13 cell was observed at concentrations of 0.6 to 5mg/L and 0.3 to 5mg/L in readings of 24 and 48 hours, respectively. In addition, it was observed through SEM that P. insidiosum hyphae treated with bioAgNP showed surface roughness, as well as cell walls with multiple retraction areas, loss of continuity, and rupture in some areas. TEM did not differentiate organelle structures, and the cell wall was rarefied, showing wrinkled and partly ruptured borders. P. insidiosum (n=34) susceptibility to essential oils and major compounds showed that α-terpineol was the most effective bioactive compound in inhibiting this oomycete. When MIC values of the major compound and essential oil were compared, it was observed that bioactive compounds α-terpineol and carvacrol had higher anti-Pythium insidiosum activity compared to M. alternifolia and O. vulgare essential oils, suggesting that these compounds may be responsible for the inhibitory activity. M. alternifolia essential oil did not show dermal toxicity. In the treatment of experimental pythiosis, with the exception of rabbits that received topical M. alternifolia nanoemulsion formulation, lesions observed in the other groups differed from the control group (P <0.05). It was observed that animal treated with topical bioAgNP formulation presented clinical cure at 35 days of treatment. The results of the present study expand prospects for the development of new drugs with effective activity in the control of pythiosis.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectOomicetopt_BR
dc.subjectNanocompostospt_BR
dc.subjectÓleos essenciaispt_BR
dc.subjectCompostos majoritáriospt_BR
dc.subjectSuscetibilidadept_BR
dc.subjectPitiosept_BR
dc.subjectReprodução experimentapt_BR
dc.subjectCoelhospt_BR
dc.subjectOomicidapt_BR
dc.subjectOomycetept_BR
dc.subjectNanocompositespt_BR
dc.subjectEssential oilspt_BR
dc.subjectMajor compoundspt_BR
dc.subjectSusceptibilitypt_BR
dc.subjectPythiosispt_BR
dc.subjectExperimental reproductionpt_BR
dc.subjectRabbitspt_BR
dc.subjectOomycidept_BR
dc.titleAtividade in vitro e in vivo de compostos bioativos de plantas medicinais e nanopartículas de prata sobre Pythium insidiosumpt_BR
dc.title.alternativeIn vitro and in vivo activity of bioactive compounds from medicinal plants and silver nanoparticles on Pythium insidiosumpt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1459260532249554pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3382450720179401pt_BR
dc.description.resumoPythium insidiosum é o agente etiológico da pitiose. Apesar do avanço das pesquisas, o tratamento desta doença não está completamente estabelecido. Este estudo avaliou a ação antimicrobiana in vitro de compostos bioativos de plantas medicinais e nanopartículas biogênicas de prata (bioAgNP) frente a isolados de P. insidiosum, bem como verificou a ação da nanoemulsão de Melaleuca alternifolia e de bioAgNP no tratamento da pitiose experimental. Os ensaios de suscetibilidade in vitro frente a bioAgNP e aos óleos essenciais de M. alternifolia, Origanum vulgare, Mentha piperita, Eugenia caryophyllata e aos compostos majoritários α- terpineol, carvacrol, mentol e eugenol seguiram o protocolo M38-A2 do CLSI. Foram realizados ensaios de citotoxicidade da bioAgNP sobre células de linhagem RK13. Os danos na ultraestrutura das hifas de P. insidiosum tratadas com esse composto foram verificados através da Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) e Microscopia Eletrônica de Transmitância (MET). Ensaios de toxicidade dérmica para o óleo essencial de M alternifolia foram realizados em 30 ratos Wistar. Para os experimentos in vivo, pitiose foi reproduzida em 15 coelhos, fêmeas, raça Nova Zelândia com 90 dias de idade, sendo divididos em grupos de três animais. O grupo controle foi tratado diariamente e topicamente com uma formulação à base de gel não ionizada e 1 mL de água destilada estéril administrado intralesão a cada 48 horas. No experimento com bioAgNP, três coelhos foram tratados diariamente e topicamente com a formulação em base gel contendo 0,001 mg/L de bioAgNP e os outros três animais receberam 1mL de bioAgNP em solução aquosa na concentração de 0,001mg/mL administrada intralesão a cada 48 horas. No ensaio com nanoemulsão de M. alternifolia, a mesma metodologia foi usada, porém os animais foram tratados com 5g de formulação em base de gel contendo 5mg/mL de nanoemulsão de M. alternifolia e 1mL de solução aquosa de nanoemulsão de M. alternifolia na concentração de 5mg/mL. Os animais foram tratados por 45 dias e a área de lesões subcutâneas foi medida a cada cinco dias. A suscetibilidade in vitro de P. insidiosum (n=38) frente a bioAgNP mostrou CIM50 de 0,24mg/L e CIM90 de 0,47mg/L. O limiar de toxicidade da bioAgNP em célula RK13 foi observado nas concentrações de 0,6 a 5mg/L e 0,3 a 5mg/L em 24 e 48 horas de leitura, respectivamente. Adicionalmente, a análise de MEV evidenciou rugosidades na superfície das hifas de P.insidiosum tratadas com bioAgNP, bem como foi observado que a parede celular apresentava áreas de retração, perda da continuidade, presença de descamação e rompimento em algumas regiões. Na MET não foi possivel diferenciar as estruturas das organelas, bem como a parede celular apresentava-se rarefeita, com as bordas enrugadas e parcialmente rompida. A suscetibilidade de P. insidiosum (n=34) aos óleos essenciais e aos compostos majoritários evidenciou que α- terpineol foi o componente bioativo mais eficaz na inibição do oomiceto. Quando a CIM do composto majoritário e do óleo essencial foram comparadas, observou-se que os compostos bioativos α-terpineol e carvacrol tiveram ação anti-Pythium insidiosum superior aos óleos de M. alternifolia e O. vulgare, sugerindo que esses compostos podem ser responsáveis pela atividade inibitória. O óleo de M. alternifolia não demonstrou toxicidade dérmica. Na terapêutica da pitiose experimental, com exceção dos coelhos tratados com formulação tópica de M. alternifolia, as lesões dos demais grupos tratados diferiram do grupo controle (P<0.05). Observou-se que um animal tratado com a formulação tópica de bioAgNP apresentou cura clínica aos 35 dias de tratamento. Os resultados observados no presente estudo ampliam as perspectivas para o desenvolvimento de novos medicamentos com atividade efetiva no controle da pitiose.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Parasitologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFPelpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICASpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR
dc.contributor.advisor1Pereira, Daniela Isabel Brayer
dc.subject.cnpq1PARASITOLOGIApt_BR


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