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Atividade in vitro dos óleos essenciais de Melaleuca alternifolia, Mentha piperita e Origanum vulgare isolados, combinados entre si e com antifúngicos, frente ao oomiceto Pythium insidiosum

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Dissertação_JULIA DE SOUZA SILVEIRA VALENTE.pdf (752.9Kb)
Data
2016-02-15
Autor
Silveira, Júlia de Souza
Metadata
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Resumo
Pythium insidiosum causa pitiose, uma doença grave e emergente que acomete os mamíferos. As falhas com as terapias antifúngicas convencionais é, em parte, justificada pela ausência do ergosterol na composição de membrana citoplasmática deste oomiceto. Apesar do avanço das pesquisas, o tratamento da pitiose ainda não está completamente estabelecido. Neste trabalho verificou-se a atividade antimicrobiana in vitro de Melaleuca alternifolia, na forma de óleo livre e em nanoemulsão frente ao oomiceto P. insidiosum (n=26). Adicionalmente, investigou-se o perfil da suscetibilidade in vitro de isolados brasileiros de P. insidiosum (n=20) frente aos óleos essenciais de M. alternifolia, Mentha piperita e Origanum vulgare, em suas combinações e combinados com itraconazol ou terbinafina. Os testes de suscetibilidade foram realizados conforme o protocolo M38-A2 e as combinações avaliadas pela técnica de microdiluição cherkerboard. Todos os óleos essenciais avaliados apresentaram atividade antimicrobiana sobre P. insidiosum, destacando-se a melhor atividade de O. vulgare. Observou-se efeito sinérgico e/ou indiferente para todas as combinações de óleos essenciais testadas, ressaltando-se a combinação de M. piperita e O. vulgare que resultou em 65% de sinergismo. Nas combinações dos óleos essenciais com itraconazol ou terbinafina, foi observado acentuado efeito sinérgico para todas as combinações com itraconazol, destacando-se a combinação com M. alternifolia que resultou em 95% de efeito sinérgico. As combinações de terbinafina com os óleos essenciais evidenciaram indiferença ou efeito antagônico. Este é o primeiro estudo in vitro que avaliou as combinações de óleos essenciais de M. alternifolia, M. piperita e O. vulgare frente a isolados brasileiros de P. insidiosum. Os resultados obtidos permitem sugerir que a combinação de compostos bioativos oriundos de plantas entre si e/ou com fármacos antifúngicos podem constituir uma alternativa terapêutica a ser aplicada no controle de infecções causadas por P. insidiosum. Todavia, outras pesquisas são imprescindíveis para determinar novos protocolos terapêuticos envolvendo as combinações avaliadas.
URI
http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19769
Collections
  • PPGMPAR: Dissertações e Teses [110]

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