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Características morfogênicas e estruturais de trevo-persa (Trifolium resupinatum L.) em consórcio com azevém (Lolium multiflorum Lam.) submetidos a distintas alturas e intervalos de corte.

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Dissertacao_Caroline_Moreira_ Rodrigues.pdf (920.7Kb)
Fecha
2010-05-31
Autor
Rodrigues, Caroline Moreira
Metadatos
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Resumen
O objetivo do presente trabalho foi avaliar características morfogênicas, estruturais e produção de forragem do trevo-persa (Trifolium resupinatum L.) consorciado com azevém (Lolium multiflorum Lam.) a campo, submetidos a diferentes alturas e intervalos de cortes. O experimento foi conduzido no ano de 2009, em área cedida da EMBRAPA Clima Temperado Estação Terras Baixas, no município de Capão do Leão, RS. A semeadura foi feita a lanço, em parcelas de 8 m2, com densidade de 10 kg.ha-1 de trevo-persa e 15 kg.ha-1 de azevém. O delineamento utilizado foi blocos completos ao acaso, em esquema fatorial 3x3, com cinco repetições, totalizando 45 unidades experimentais. Foram utilizadas três alturas de corte, 4 cm, 8 cm e 12 cm e três intervalos de corte, correspondentes ao acúmulo térmico de 320, 420 e 520 GD. Foi utilizada a técnica das ramificações/perfilhos marcados e feitas avaliações semanais no trevo quanto ao número de folhas (vivas abertas, senescentes, mortas, surgidas), número de nós, altura de planta e comprimento de ramificação; e no azevém quanto ao número de folhas (completamente expandidas, em expansão, completamente expandidas senescentes, em expansão senescente, mortas), altura de planta e comprimento de perfilho. Na ocasião dos cortes, foi feita verificação da produção de matéria seca e separação botânica. A taxa de aparecimento de folhas (TAF) do trevo-persa é modificada pelo intervalo (GD) e altura de corte. Intervalos de 320 e 420 GD apresentam melhor taxa de aparecimento de folhas (TAF) do trevo-persa. A altura de corte não altera a TAF do azevém. O intervalo de 320 GD apresenta melhor TAF do azevém. No intervalo de corte de 420 GD o trevo-persa apresenta maior número de folhas vivas abertas, menor número de folhas mortas, maior comprimento de ramos, maior número de nós e maior produção de forragem, sendo o intervalo recomendado para o manejo pelos produtores. A maior produção de forragem da consorciação azevém e trevo-persa é obtida com 520 GD mas com alta relação caule/folha.
URI
https://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/123456789/2640
Colecciones
  • PPGZ: Dissertações e Teses [233]

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