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Espaço dos vivos, espaço dos mortos: transformações das atitudes perante a morte na cidade do Rio Grande/RS do século XIX
| dc.creator | Nunes, Douglas da Silva | |
| dc.date.accessioned | 2023-04-03T02:29:34Z | |
| dc.date.available | 2023-04-03T02:29:34Z | |
| dc.date.issued | 2022-04-18 | |
| dc.identifier.citation | NUNES, Douglas Silva. Espaço dos vivos, espaço dos mortos: transformações das atitudes perante a morte na cidade do Rio Grande/RS do século XIX. 2022. 219 f. Dissertação (Mestrado em História) – Programa de Pós-Graduação em História, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2022. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/9228 | |
| dc.description.abstract | This study aims to verify the process of changes and alterations about the locations of the cemeteries in an urban space and, the ways of diferent burials resulted from new activities towards death in the city of Rio Grande, Rio Grande do Sul. The time frame is the second half of the 19th century, moment in which the new medical-hygienic knowledge was applied, alongside the occurrence of epidemics such as cholera. In 1855, however, the new public cemetery was hastily built to attend the victims of the cholera epidemic. This cemetery, managed by “Santa Casa de Misericórdia”, was the answer that the authorities found to soothe the mind of some social segments and the local press who found in the old Bomfim cemetery, a place of pestilential air (miasmas). In the 18th and 19th centuries, scientific knowledge around the air influenced doctors and sanitary measures at Brazilian cities. The city should obey a logic of sanitizing the air and places of accumulation and stagnation, including burial sites. In Rio Grande, first this sanitary movement acted about the cleaning of the churches, removing the burials from it’s inside and surrounds, and later at the cemetery of Bomfim, which was located close to the center of the city, and finally, at the extramural cemetery. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pelotas | pt_BR |
| dc.rights | OpenAccess | pt_BR |
| dc.subject | Rio Grande | pt_BR |
| dc.subject | Cemitérios | pt_BR |
| dc.subject | Morte | pt_BR |
| dc.subject | Transformações urbanas | pt_BR |
| dc.subject | Cemeteries | pt_BR |
| dc.subject | Death | pt_BR |
| dc.subject | Urban changes | pt_BR |
| dc.title | Espaço dos vivos, espaço dos mortos: transformações das atitudes perante a morte na cidade do Rio Grande/RS do século XIX | pt_BR |
| dc.type | masterThesis | pt_BR |
| dc.contributor.authorLattes | http://lattes.cnpq.br/4689429132365174 | pt_BR |
| dc.contributor.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/5567003394621139 | pt_BR |
| dc.description.resumo | Este trabalho tem por objetivo estudar os processos de ocupação e alterações nas localizações dos cemitérios no espaço urbano e nos modos de enterramentos decorrentes de novas atividades perante a morte na cidade do Rio Grande, Rio Grande do Sul. O recorte temporal está na segunda metade do século XIX, momento de aplicação de novos saberes médico-higiênicos e de eclosão de epidemias como o Cólera. Nesse momento, os sepultamentos já não ocorriam nas igrejas, mas no cemitério do Bonfim. Em 1855, entretanto, foi inaugurado às pressas o novo cemitério público, extramuros, visando a receber as vítimas da epidemia de Cólera. Este cemitério, gerenciado pela Santa Casa de Misericórdia, foi a resposta que as autoridades encontraram para acalmar os ânimos de alguns segmentos sociais e da imprensa que constatavam ser o antigo cemitério do Bomfim um local de ares pestilentos (miasmas). Nos séculos XVIII e XIX o conhecimento científico a respeito dos ares influenciou os médicos e as medidas sanitárias sobre as cidades brasileiras. Estas deveriam obedecer a uma lógica de sanitização do ar e de locais de acúmulo e estagnação, inclusos os cemitérios. Em Rio Grande, primeiro o sanitarismo atuou na limpeza das igrejas, eliminando os enterros no seu interior ou ao seu redor, para depois mirar-se o cemitério do Bomfim, que se encontrava próximo ao centro da cidade, e, por fim, no cemitério extramuros. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto de Ciências Humanas | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em História | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFPel | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Tavares, Mauro Dillmann |

