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dc.creatorDrehmer, Césarpt_BR
dc.creatorDornelles, José Eduardopt_BR
dc.creatorSilveira, Tony Leandro Rezende dapt_BR
dc.date.accessioned2018-12-05T18:12:13Z
dc.date.available2018-12-05T18:12:13Z
dc.date.issued2018-11-26
dc.identifier.citationDREHMER, César; DORNELLES, José Eduardo; SILVEIRA, Tony Leandro Rezende da. Contribuições da evolução biológica ao pensamento humano. Pelotas: Editora da UFPel, 2018.pt_BR
dc.identifier.isbn978-85-517-0026-6
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/4220
dc.description.abstractO secularismo, em suas raízes, é o princípio que prega a independência do Estado em relação às doutrinas religiosas. Ou seja, o secularismo é historicamente decorrente da lenta e revolucionária reivindicação da jurisdição do Estado sobre os principais aspectos e setores da vida social, até então pertencentes à Igreja. O secularismo ganhou forma e passou a ser praticado abertamente durante o movimento cultural iluminista, no século XVIII, principalmente na França. Os franceses se destacaram durante o iluminismo devido à sua oposição aberta contra a censura e determinismo de Roma. À época a França era oficialmente um Estado teocrático católico, sob autoridade religiosa romana. Durante o século XVIII, a filosofia, as artes e, principalmente, as ciências e o estudo da natureza se distanciaram do misticismo religioso e a razão humana foi exaltada. Porém, o Estado e sua administração propriamente dita só se dissociaram completamente da religião no início do século XX, com o secularismo francês, também chamado laicidade. Nascia o Estado laico. Atualmente, há uma importante distinção entre laicidade e secularismo, ainda que a laicidade tenha se originado de ideias intrinsicamente secularistas. Hoje, a laicidade é usada para designar a separação Estado-Igreja: a exclusão da religião da esfera pública e a neutralidade do Estado em relação às práticas religiosas. Já o secularismo moderno refere-se ao enfraquecimento e declínio da religião na sociedade atual, em todos os âmbitos, e a substituição do caráter espiritual, mágico e místico, inerentes à religião, pelo racionalismo puro.pt_BR
dc.description.sponsorshipSem bolsapt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUFPelpt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectBiologiapt_BR
dc.subjectEvoluçãopt_BR
dc.subjectCiênciapt_BR
dc.subjectPensamentopt_BR
dc.titleContribuições da evolução biológica ao pensamento humanopt_BR
dc.typebookpt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.15210/4220


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