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dc.creatorAuler, Priscila Ariane
dc.date.accessioned2026-01-22T09:48:55Z
dc.date.available2026-01-20
dc.date.available2026-01-22T09:48:55Z
dc.date.issued2020-12-16
dc.identifier.citationAULER, Priscila Ariane. Memória ao déficit hídrico em folhas e células-guarda de arroz. 2020. 163f. Tese (Doutorado em Fisiologia Vegetal) – Programa de Pós-Graduação em Fisiologia Vegetal, Instituto de Biologia, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19422
dc.description.abstractAbiotic stresses are currently one of the main limitations to agricultural production worldwide and the situation has increased dramatically due to climate change. Reductions and poor distribution of precipitation are causing frequent periods of water deficit. Severe droughts have negative impacts on plant growth, physiology and reproduction. Most abiotic stresses are transient and often recurrent. A possible response of plants to a previous stress event is that they can become more responsive to future exposures through the acquisition of memory. This memory process is usually evidenced by an increased response pattern, a more efficient or a faster response. Some molecular mechanisms that support plant memory have been elucidated. The first occurs by the accumulation of signaling metabolites or transcription factors, known as compound / physiological memory, and the second mechanism refers to epigenetic memory. In view of this, the present study focused on unraveling physiological, biochemical, epigenetic and omic mechanisms associated with long-term somatic memory in rice plants and guard cells subjected to different conditions of recurrent drought stress. In the first study, the influence of drought pre-exposure, in two contrasting rice genotypes, on abscisic acid metabolism (ABA) was investigated, quantifying all products of the route as well as the genes encoding the enzymes involved. Thus, we observed that previous stress alters the concentrations of certain products of this metabolism, in both genotypes, related to possible memory responses and to physiological processes. In the second study, physiological and metabolomic changes were investigated in rice plants subjected to recurrent drought and we observed that, at all levels analyzed, the plants show stress memory responses, especially after rehydration. In addition, it was possible to identify possible metabolites that are associated with the memory process. The third and last study demonstrated that the memory of stress can also be observed at the proteomic and epigenetic level in tissue enriched with guard cells of rice, this being the first study demonstrating these results under these conditions. The results of the three studies allowed new insights into the memory mechanisms in rice plants, in addition to a better understanding of the processes involved in drought tolerance.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectÁcido abscísicopt_BR
dc.subjectEstresse recorrentept_BR
dc.subjectMetabolômicapt_BR
dc.subjectMetilação do DNApt_BR
dc.subjectProteômicapt_BR
dc.subjectOryza sativa (L)pt_BR
dc.subjectAbscisic acidpt_BR
dc.subjectRecurrent stresspt_BR
dc.subjectDNA methylationpt_BR
dc.subjectMetabolomicspt_BR
dc.subjectProteomicspt_BR
dc.titleMemória ao déficit hídrico em folhas e células-guarda de arrozpt_BR
dc.title.alternativeDrought memory in rice leaves and guard cellspt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000-0001-9045-7626pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7525874340994441pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7705049074927773pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Souza, Gustavo Maia
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3664441705741783pt_BR
dc.contributor.advisor-co2Maserti, Biancaelena
dc.contributor.advisor-co2LattesNão localizado.pt_BR
dc.description.resumoEstresses abióticos são, atualmente, uma das principais limitações à produção agrícola em todo o mundo e a situação tem aumentado drasticamente devido às mudanças climáticas. As reduções e a má distribuição da precipitação estão causando períodos frequentes de déficit hídrico. Secas severas causam impactos negativos no crescimento, fisiologia e reprodução das plantas. A maioria dos estresses abióticos são transitórios e, muitas vezes, recorrentes. Uma possível resposta das plantas a um evento prévio de estresse é que elas podem se tornar mais responsivas a futuras exposições por meio da aquisição de memória. Geralmente, este processo de memória é evidenciado por um padrão de resposta aumentado, uma resposta mais eficiente ou uma resposta mais rápida. Alguns mecanismos moleculares que sustentam a memória das plantas já foram elucidados. O primeiro ocorre pelo acúmulo de metabólitos de sinalização ou fatores de transcrição, conhecido como memória de compostos/fisiológica, e o segundo mecanismo se refere à memória epigenética. Diante disso, o presente estudo centrou-se em desvendar mecanismos fisiológicos, bioquímicos, epigenéticos e ômicos associados à memória somática de longo prazo em plantas e células-guarda de arroz submetidas a diferentes condições de estresses recorrentes por seca. No primeiro estudo, foi investigado a influência da pré-exposição à seca, em duas cultivares de arroz contrastantes, sobre o metabolismo do ácido abscísico (ABA), quantificando todos os produtos da sua rota de biossíntese e catabolismo assim como os genes codificadores das enzimas envolvidas. Com isso observamos que o estresse prévio altera as concentrações de determinados produtos deste metabolismo, em ambas cultivares, relacionado com possíveis respostas de memória e com processos fisiológicos. No segundo estudo, foi investigado alterações fisiológicas e metabolômicas em plantas de arroz submetidas à seca recorrente e observamos que, em todos os níveis analisados, as plantas apresentam respostas de memória do estresse, principalmente após rehidratação. Além disso, foi possível identificar possíveis metabólitos que estão associados ao processo de memória. O terceiro e último estudo demonstrou que a memória do estresse também pode ser observada em nível proteômico e epigenético em tecidos enriquecidos com células-guarda de arroz, sendo este o primeiro estudo demonstrando esses resultados, nessas condições. Os resultados dos três estudos permitiram novos insights sobre os mecanismos de memória em plantas de arroz, além de uma melhor compreensão dos processos envolvidos na tolerância à seca.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Fisiologia Vegetalpt_BR
dc.publisher.initialsUFPelpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICASpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR
dc.contributor.advisor1Braga, Eugenia Jacira Bolacel
dc.subject.cnpq1FISIOLOGIApt_BR
dc.subject.cnpq2FISIOLOGIA VEGETALpt_BR


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