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dc.creatorSilveira, Larissa Menezes da
dc.date.accessioned2026-01-21T09:29:10Z
dc.date.available2026-04-01
dc.date.available2026-01-21T09:29:10Z
dc.date.issued2024-03-04
dc.identifier.citationSILVEIRA, Larissa Menezes. Efeito antitumoral e modulação do status redox do extrato de Rubus sp. (amora-preta) em linhagens celulares de glioblastoma. 2024. 62 f. Dissertação (Mestrado) – Centro de Ciências Químicas, Farmacêuticas e de Alimentos. Universidade Federal de Pelotas, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19390
dc.description.abstractGlioblastoma (GBM) is a highly malignant brain tumor due to its aggressive behavior, manifested by intense cell division activity, the ability to form new blood vessels, and a tendency to invade surrounding tissues, with a common observation of frequently limited response to conventional oncological treatment. Furthermore, the combination of tumor aggressiveness with limited treatment options results in a low survival rate for patients, between 12 to 15 months. In this perspective, Rubus sp. (blackberry) has become the subject of studies as a therapeutic alternative for GBM treatment, considering its rich composition of bioactive compounds with well-described antioxidant and antineoplastic properties in other neoplasms. Thus, the present study aimed to investigate the potential antitumoral effects of blackberry methanolic extract regarding rat (C6) and human (U87) glioma cell lines. Cells from C6 and U87 glioma cell lines were exposed to blackberry methanolic extract at concentrations ranging from 125 to 2000 µg/mL for 24 h, 48 h, and/or 72 h. Cell viability and biomass were evaluated in cancer cell lines and primary culture of astrocytes. Additionally, parameters of oxidative stress, colony formation, cell proliferation, and migration, as well as interleukin 10 levels in the C6 cell line were assessed. Initially, no changes in viability or cell biomass were observed in cultures of healthy astrocytes exposed to blackberry extract, indicating its non-toxic nature. On the other hand, blackberry extract, for the C6 cell line, reduced cell viability and biomass from concentrations of 750 µg/mL and 500 µg/mL respectively, and for the U87 cell line, at concentrations of 125-2000 µg/mL. After 72 hours of treatment, a reduction in reactive species was observed in the C6 cell line at all tested concentrations, an increase in sulfhydryl content at concentrations of 1500 and 2000 µg/mL, as well as an elevation in the activity of the enzyme’s glutathione S-transferase, superoxide dismutase, and catalase in the three highest concentrations. Regarding colony formation, a reduction in size and number was observed in C6 cells. Regarding cell migration, an attenuation was observed after 6 hours of treatment with 125 µg/mL of blackberry extract. Furthermore, a significant reduction in interleukin 10 levels was observed at all tested concentrations. Thus, blackberry extract emerges as a promising compound in the therapeutic approach to GBM.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectCâncerpt_BR
dc.subjectGlioblastomapt_BR
dc.subjectAmora-pretapt_BR
dc.subjectAntioxidantept_BR
dc.subjectBlackberrypt_BR
dc.subjectAntioxidantpt_BR
dc.titleEfeito antitumoral e modulação do status redox do extrato de Rubus sp. (amora-preta) em linhagens celulares de glioblastomapt_BR
dc.title.alternativeAntitumor effect and redox status modulation of Rubus sp. (blackberry) extract in glioblastoma cell linespt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000-0001-7693-3235pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6856528214326950pt_BR
dc.contributor.advisorIDhttps://orcid.org/0000-0001-5945-3723pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8828875564145245pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Aguiar, Mayara Sandrielly Soares de
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1649754237967611pt_BR
dc.description.resumoO glioblastoma (GBM) é um tumor cerebral altamente maligno devido ao seu comportamento agressivo, manifestado por uma intensa atividade de divisão celular, habilidade de formação de novos vasos sanguíneos e propensão à invasão nos tecidos circundantes, sendo comum observar uma resposta frequentemente limitada ao tratamento oncológico convencional. Ademais, a combinação da agressividade do tumor com as opções limitadas de tratamento resulta em uma taxa de sobrevida baixa para os pacientes, entre 12 a 15 meses. Nessa perspectiva, Rubus sp. (amora-preta) faz-se alvo de estudos como uma alternativa terapêutica para o tratamento do GBM, tendo em vista sua rica composição em compostos bioativos com propriedades antioxidantes e antineoplásicas já descritas em outras neoplasias. Dessa forma, o presente estudo teve como propósito investigar o potencial antitumoral do extrato metanólico de amora-preta em relação às linhagens de glioma de rato (C6) e humana (U87). Células das linhagens de glioma C6 e U87 foram expostas ao extrato metanólico de amora-preta em concentrações variando de 125 a 2000 µg/mL, ao longo de períodos de 24 h, 48 h e/ou 72 h. Foram avaliadas viabilidade e biomassa celular, nas linhagens cancerígenas e em cultura primária de astrócitos. Ainda, parâmetros de estresse oxidativo, formação de colônias, proliferação e migração celular, além dos níveis de interleucina 10, foram avaliados na linhagem C6. Inicialmente, não foram observadas alterações de viabilidade ou biomassa celular em culturas de astrócitos saudáveis expostas ao extrato de amora preta, indicativo de sua não toxicidade. Por outro lado, o extrato de amora-preta, para a linhagem C6, reduziu a viabilidade e biomassa celular a partir das concentrações de 750 µg/mL e 500 µg/mL respectivamente, e para a linhagem U87, nas concentrações de 125-2000 µg/mL. Após 72h de tratamento, observou-se na linhagem C6 uma redução de espécies reativas em todas as concentrações testadas, um aumento no conteúdo de sulfidrilas nas concentrações de 1500 e 2000 µg/mL, bem como, elevação da atividade das enzimas glutationa S-transferase, superóxido dismutase e catalase nas três maiores concentrações. Quanto à formação de colônias, observou-se uma redução em tamanho e número na C6. Referente à migração celular, foi observada uma atenuação a partir de 6 h de tratamento com 125 µg/mL do extrato de amora-preta. Ademais, observou-se uma redução expressiva dos níveis de interleucina 10 em todas as concentrações testadas. Assim, o extrato de amora-preta emerge como um promissor composto na abordagem terapêutica do GBM.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Bioquímica e Bioprospecçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFPelpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICASpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR
dc.contributor.advisor1Stefanello, Francieli Moro
dc.subject.cnpq1BIOQUIMICApt_BR


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