| dc.description.abstract | Através de uma análise, na
perspectiva da semiótica de Charles Sanders
Peirce, é possível desconstruir os textos
jornalísticos de forma a compreender a sua
lógica de criação. No estudo da reportagem Fé
e festa no grande festejo do sincretismo, escrita
pelo jornalista Luiz Carlos Merten, sobre o filme
documentário Fevereiros, observa-se quais
foram os signos usados para a descrição do
filme. Identifica-se sinsignos, com caráter mais
descritivo, e interpretantes, que correspondem
a trechos mais opinativos sobre a produção
cinematográfica. O filme Fevereiros teve a sua
produção realizada a partir do acompanhamento
das atividades da escola de samba Mangueira,
que prestou uma homenagem à cantora
Maria Bethânia em 2016. O filme estende o
seu registro ao contexto cultural da cidade de
Santo Amaro da Purificação, onde a cantora
participa das atividades em honra de Iemanjá
e da Nossa Senhora dos Navegantes. Entre
os procedimentos retóricos do jornalista está a
compreensão do filme inserido no contexto da
realidade social. Os procedimentos retóricos
do texto jornalístico são avaliados conforme
as lógicas do “diálogo” ou da “disseminação”,
conforme a abordagem do autor John Durham
Peters (1999). | pt_BR |