Show simple item record

dc.creatorSouza, Vanessa Ramos de Oliveira
dc.date.accessioned2026-01-14T17:35:20Z
dc.date.available2026-01-14
dc.date.available2026-01-14T17:35:20Z
dc.date.issued2025-07-30
dc.identifier.citationSOUZA, Vanessa Ramos de Oliveira. Batucada: narrativas de mulheres ritmando resistência. Orientadora: Denise Marcos Bussoletti. 2025. 280f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19341
dc.description.abstractThis dissertation proposes a narrative approach constructed through surrealist ethnography, developed within the Batucantada Collective in Pelotas, Brazil. It articulates bodily, musical, and narrative knowledge experienced by the women, the researcher, and her Others — as a bateria leader, apprentice, percussionist, and Black woman in a process of creation and writing (AMORIM, 2004). The research unfolds through a reflexive engagement with the relationship these women establish with percussion and the drum. The drum skin is presented as a medium for reflection, and the structure of the text is organized by the circularity of the roda (circle) — breaking with linearity and embracing a fragmentary composition inspired by the philosophy of presentation (Darstellung), as proposed by Benjamin (1984). The text develops in four toques (drumbeats), each pointing to a dimension of the research: writing as fragment and montage; the grammar of drums and its relation to the body; the presence of the orixás as forces that traverse the narrative; and the memory of women and drums as territories of resistance. The dissertation adopts a feminin e mode of writing — fluid, collective, and insurgent — according to Castello Branco (1991), challenging traditional academic forms through dialogue with Black epistemologies, orality, and diasporic knowledge, based on authors such as Rufino (2019, 2021), Simas (2018, 2024), and Bispo (2023). As a result, the research highlights the percussive roda as a space for the production of knowledge, belonging, and resistance, emphasizing the drum as a political and pedagogical tool capable of recovering silenced memories and expanding the possibilities of writing and listening in the field of education.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspt_BR
dc.rightsOpenAccesspt_BR
dc.subjectMulherespt_BR
dc.subjectPercussãopt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectBatucantadapt_BR
dc.subjectWomenpt_BR
dc.subjectPercussionpt_BR
dc.subjectEducationpt_BR
dc.titleBatucada: narrativas de mulheres ritmando resistênciapt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2299888723074241pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3000225561008826pt_BR
dc.description.resumoEsta dissertação propõe uma abordagem narrativa construída a partir da etnografia surrealista, tecida no Coletivo Batucantada, em Pelotas/RS. Articulam-se saberes corporais, musicais e narrativos vivenciados pelas mulheres e pela pesquisadora e suas Outras — mestra de bateria, aprendiz, percussionista e mulher negra em processo de criação e escrita (AMORIM, 2004). A pesquisa se desdobra na reflexividade da relação dessas mulheres com a percussão e com o tambor. A pele do tambor é apresentada como um meio de reflexão, e a estrutura do texto se organiza pela circularidade da roda — rompendo a linearidade e assumindo uma composição fragmentária, inspirada na filosofia da apresentação (Darstellung), conforme Benjamin (1984). O texto se desenvolve em quatro toques, cada um apontando para uma dimensão da pesquisa: a escrita como fragmento e montagem; a gramática dos tambores e sua relação com o corpo; a presença dos orixás como forças que atravessam a narrativa; e a memória da mulher e do tambor como territórios de resistência. A dissertação adota uma escrita feminina — fluida, coletiva e insurgente — segundo Castello Branco (1991), tensionando formas acadêmicas tradicionais em diálogo com epistemologias negras, a oralidade e os saberes da diáspora, com base em autores como Rufino (2019, 2021), Simas (2018, 2024) e Bispo (2023). Como resultado, a pesquisa evidencia a roda percussiva como espaço de produção de conhecimento, pertencimento e resistência, destacando o tambor como ferramenta política e pedagógica, capaz de resgatar memórias silenciadas e ampliar as possibilidades de escrita e escuta no campo da educação.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFPelpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.rights.licenseCC BY-NC-SApt_BR
dc.contributor.advisor1Bussoletti, Denise Marcos
dc.subject.cnpq1EDUCACAOpt_BR


Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record