| dc.creator | Nunes, Bruno Pereira | |
| dc.creator | Souza, Ana Sara Semeão de | |
| dc.creator | Nogueira, Januse | |
| dc.creator | Andrade, Fabíola Bof de | |
| dc.creator | Thumé, Elaine | |
| dc.creator | Teixeira, Doralice Severo da Cruz | |
| dc.creator | Costa, Maria Fernanda Lima | |
| dc.creator | Facchini, Luiz Augusto | |
| dc.creator | Batista, Sandro Rodrigues | |
| dc.date.accessioned | 2025-12-30T10:08:27Z | |
| dc.date.available | 2025-12-30T10:08:27Z | |
| dc.date.issued | 2020 | |
| dc.identifier.citation | NUNES, Bruno Pereira et al. Multimorbidade e população em risco para COVID-19 grave no estudo longitudinal da saúde dos idosos brasileiros. Cadernos de Saúde Pública, v.36, n.12, e00129620, 2020. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/19148 | |
| dc.description.abstract | O objetivo deste trabalho foi medir a ocorrência de multimorbidade e estimar o número de indivíduos na população brasileira com 50 anos ou mais em risco para COVID-19 grave. Estudo transversal de base nacional com dados do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil), conduzido em 2015-2016, com 9.412 indivíduos com 50 anos ou mais. A multimorbidade foi caracterizada como ≥ 2 condições crônicas com base em uma lista de 15 morbidades consideradas de risco para COVID-19 grave. As análises incluíram cálculo de prevalência e estimativa do número absoluto de pessoas na população em risco. Autoavaliação do estado de saúde, fragilidade e atividades básicas da vida diária foram utilizadas como marcadores da situação de saúde. Sexo, idade, região geopolítica e escolaridade foram usados como covariáveis. Cerca de 80% dos indivíduos da amostra apresentaram pelo menos alguma das morbidades avaliadas, o que representa cerca de 34 milhões de indivíduos; a multimorbidade foi referida por 52% da população em estudo, com maior proporção nas regiões Centro-oeste, Sudeste e Sul. Doenças cardiovasculares e obesidade foram as condições crônicas mais frequentes. Estima-se que 2,4 milhões de brasileiros estejam em risco grave de saúde. Desigualdades segundo a escolaridade foram observadas. O número de pessoas com 50 anos ou mais que apresentam morbidades de risco para COVID-19 grave é elevado tanto em termos relativos quanto absolutos. A estimativa apresentada é importante para planejar as estratégias de monitoramento das pessoas com morbidades crônicas e de prevenção no enfrentamento do novo coronavírus. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Cadernos de Saúde Pública | pt_BR |
| dc.rights | OpenAccess | pt_BR |
| dc.subject | Multimorbidade | pt_BR |
| dc.subject | Infecções por Coronavírus | pt_BR |
| dc.subject | Idosos | pt_BR |
| dc.title | Multimorbidade e população em risco para COVID-19 grave no estudo longitudinal da saúde dos idosos brasileiros | pt_BR |
| dc.title.alternative | Multimorbidity and population at risk for severe COVID-19 in the Brazilian Longitudinal Study of Aging | pt_BR |
| dc.type | article | pt_BR |
| dc.identifier.doi | 10.1590/0102-311X00129620 | |
| dc.rights.license | CC BY-NC-SA | pt_BR |