| dc.description.abstract | Sair de uma situação fria e cinzenta, para algo empolgante e divertido, é tudo que as pessoas querem, imaginem crianças dos anos iniciais. Tratando-se de Matemática, ainda é pior, pois, além dos processos mecânicos que as escolas impõem aos estudantes, ainda há os que endossam que ela é difícil e para poucos. Aqui apresentamos um relato de experiência de uma intervenção realizada em uma turma de 5º ano, em uma escola estadual do Rio Grande do Sul. Nessa, a professora estava com dificuldades na memorização da tabuada por seus alunos. Assim, objetivamos levar a esses alunos diferentes maneiras de se trabalhar a multiplicação, mais precisamente a disposição retangular, e comprovar que é possível aprender matemática de forma prazerosa e criativa. Para isso, utilizamos dos seguintes instrumentos: entrevista com a professora, diário de bordo da pesquisadora, gravações de vídeos e áudios, observação das aulas e fotografias das atividades desenvolvidas. Nosso embasamento teórico, referente ao aprender matemática e acerca da aprendizagem da multiplicação, teve, como pilares, os estudos de Boaler (2018), Van del Walle (2009), Nunes (2005) e Nacarato, Menegali e Passos (2011). Ao final da nossa intervenção, os alunos demostraram novas aprendizagens em relação à multiplicação. | pt_BR |