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Uma análise do processo de empresarização sob a lente teórica de Pierre Bourdieu
| dc.creator | Rakow, Sabrina Sampaio | |
| dc.creator | Rodrigues, Marcio Silva | |
| dc.date.accessioned | 2023-12-12T23:42:58Z | |
| dc.date.available | 2023-12-12T23:42:58Z | |
| dc.date.issued | 2022 | |
| dc.identifier.citation | RAKOW, Sabrina Sampaio; RODRIGUES, Marcio Silva. Uma análise do processo de empresarização sob a lente teórica de Pierre Bourdieu. In: ENCONTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO, 24, 2022. Anais... Pelotas: UFPel, 2022. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/10981 | |
| dc.description.abstract | Em decorrência da mundialização, da forte presença dos discursos empresariais nos meios de comunicação de massa, pelo fato de estarmos cada vez mais rodeados de organizações, nascemos em organizações, estudamos, trabalhamos e temos momentos de lazer propiciados por organizações é comum a crescente redução da ideia de organização à empresa e a percepção de que vivemos em um mundo organizado por e para a empresa, o qual Solé (2008), se propõe a chamar de “mundo-empresa”, em que a empresa se torna uma referência para qualquer forma de organizar. Tomando a centralidade da empresa no mundo e a influência dos discursos e práticas empresariais para qualquer forma de organizar, percebemos o quão comum e apreciado passou a ser a ideia de empresa e a força que ela pode ter nos mais diversos espaços e campos que nada tem de empresariais, ou não deveriam ter, provavelmente muito influenciados pelo comportamento neoliberal. Entendendo que o poder da empresa não emana apenas de si, mas sim de uma multiplicidade de correlações de forças inerentes ao domínio onde se exercem, constitutivas da sua organização (RODRIGUES e SILVA, 2019, p, 70), passamos a realizar o esforço de pensar o poder da empresa como um conjunto de símbolos (comportamentos, regras, gostos, características, opiniões, estética e valores), conforme propõe Bourdieu (1989), que estipulam uma determinada ordem e o comportamento tanto dos agentes presentes não só dentro do campo, mas também fora dele, assim como o comportamento das mais diversas estruturas, que sustentam e conservam, através da produção e do consumo destes símbolos, o capital acumulado dos agentes dentro do campo e asseguram os interesses de uma classe dominante. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Sem bolsa | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pelotas | pt_BR |
| dc.rights | OpenAccess | pt_BR |
| dc.subject | Empresarização | pt_BR |
| dc.subject | Pierre Bourdieu | pt_BR |
| dc.title | Uma análise do processo de empresarização sob a lente teórica de Pierre Bourdieu | pt_BR |
| dc.type | conferenceObject | pt_BR |
| dc.rights.license | CC BY-NC-SA | pt_BR |

