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dc.creatorAquiles, Affonso Cardosopt_BR
dc.date.accessioned2014-08-20T13:46:38Z
dc.date.available2014-02-28pt_BR
dc.date.available2014-08-20T13:46:38Z
dc.date.issued2011-05-23pt_BR
dc.identifier.citationAQUILES, Affonso Cardoso. O trabalho no setor de telecomunicações do Brasil: tendências gerais e empresa-espelho,. 2011. 216 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais. Instituto de Filosofia, Sociologia e Política. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2011.por
dc.identifier.urihttp://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/123456789/1561
dc.description.abstractThis essay discusses the effects of the restructuring of the telecommunications sector in Brazil on the socio-occupational and labor relations in the sector. This started from the assumption that the changes do not end with the privatization of telecommunications in 1998, but remained with intensity in the first decade of this century, redefining the profile of workers and labor relations. Using the experience of a mirror company of telecommunications, the Global Village Telecom (GVT), the research seeks to understand how mutations of the telephone industry as a whole are manifested in the reality of a carrier created after privatization. The survey results point to a redefinition of the socio-occupational profile of workers in the telecommunications industry in the first decade of this century. Note the formation of a younger workforce with higher education and predominantly male. Moreover, it shows a process of precarious employment in the sector as a whole, especially with the drop in average earnings over the last decade. The analysis of GVT's experience, in turn, points to the existence of a format hybrid management of the labor force, in which classical elements coexist, taylorism-fordism, and flexible in organizational structure of the company. Note the marked instability of a framework of labor relations, especially with low wages, even though most employees are hired under a formal status indefinitely.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Pelotaspor
dc.rightsOpenAccesspor
dc.subjectTelecomunicaçõespor
dc.subjectPerfil sócio-ocupacionalpor
dc.subjectRelações de trabalhopor
dc.subjectPrecarizaçãopor
dc.subjectTelecommunicationseng
dc.subjectSocio-occupational profileeng
dc.subjectLabor relationseng
dc.subjectPrecariouseng
dc.titleO trabalho no setor de telecomunicações do Brasil: tendências gerais e empresa-espelhopor
dc.typemasterThesispor
dc.contributor.authorIDpor
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0914119865933379por
dc.contributor.advisorIDpor
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9769937833285092por
dc.contributor.referees1Loner, Beatriz Anapt_BR
dc.contributor.referees1IDpor
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0738629122633840por
dc.description.resumoEsta dissertação discute os efeitos do processo de reestruturação do setor de telecomunicações no Brasil sobre o perfil sócio-ocupacional e as relações de trabalho no setor. Partiu-se do pressuposto de que as transformações não se encerraram com a privatização das telecomunicações em 1998, mas permaneceram com intensidade na primeira década do século XXI, redefinindo o perfil dos trabalhadores e as relações de trabalho. Utilizando-se da experiência de uma empresa-espelho das telecomunicações, a Global Village Telecom (GVT), a pesquisa procura compreender de que forma as mutações do setor de telefonia em seu conjunto se manifestam na realidade de uma operadora criada após a privatização. Os resultados da pesquisa apontam para uma redefinição do perfil sócio-ocupacional dos trabalhadores do setor de telecomunicações na primeira década do século XXI. Nota-se a formação de uma força de trabalho mais jovem, com maior escolaridade e predominantemente masculina. Além disso, evidencia-se um processo de precarização do trabalho no setor em seu conjunto, sobretudo com a queda na remuneração média na última década. A análise da experiência da GVT, por sua vez, aponta para a existência de um formato híbrido de gestão da força do trabalho, no qual convivem elementos clássicos, do taylorismo-fordismo, e flexíveis na estrutura organizacional da companhia. Nota-se um quadro de precarização das relações de trabalho, sobretudo com os baixos salários, ainda que a maior parte dos empregados seja contratada sob estatuto formal por tempo indeterminado.por
dc.publisher.departmentInstituto de Sociologia e Políticapor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Sociaispor
dc.publisher.initialsUFPelpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.contributor.advisor1Niz, Pedro Alcides Roberttpt_BR


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